Alguma destreza?

Que raio de palavra sem graça, apática...

 Não quero saber dela, nem dos seus significados.

 Saber só quero da covardia que ela causa, dos destroços que ficam por onde ela perambula.

 Transparece outros horizontes quando me esqueço dela.

 Quando finjo não existir barreiras e nem penso nas sequelas.

 Culpe-me por isso, mas sinta essa rajada de vibração.

 Saboreei o gosto, mesmo que seja suave e meio amargo.

 O amargo lembra a infração cometida.

 Já o suave, esse sim é deleitável e lépido.

 A cor que falta.

 A graça que hoje  não é vista.

 Deparar-se com o tal jeito.

 É culpar-se da tal destreza não ocorrida 







 

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